terça-feira, 14 de maio de 2013

O MUNDO SE OPÕE A BÍBLIA SAGRADA

O mundo segue o seu destino e as pessoas que estão nele sofrerão as consequências por escolherem este destino cruel. Estou falando segundo o preceito bíblico. "No livro de Pv. 14:12 Salomão diz que “Há caminhos que ao homem parece ser bom, mas o seu fim são caminhos de morte.” Para contextualizar bem o que estamos passando nos últimos dias e o fluxo de informações que somos obrigados a conviver com este fluxo e neste contexto o amigo leitor, acompanhe a matéria que foi publicada hoje, segundo o conselho nacional de justiça, assunto que se opõe a palavra de Deus, pois a bíblia nos informa que casamento entre homem e uma mulher foi projetado pelo criador.
Sempre tenho afirmado que pode até existir o casamento gay, mas a lua de mel será no inferno - é para lá o destino do mundo que não anda segundo a vontade de Deus.
  

 O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) aprovou nesta terça-feira (14) uma resolução que determina que cartórios civis sejam obrigados a celebrar casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Diz o artigo 1º da resolução: "É vedada às autoridades competentes a recusa de habilitação, celebração de casamento civil ou de conversão de união estável em casamento entre pessoas de mesmo sexo".

O texto da medida diz que os cartórios também não podem se recusar a converter união estável homoafetiva em casamento civil. A medida vale para todos os cartórios do país.

A decisão acontece dois anos após esse tipo de união ter sido aprovada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

Em caso de recusa do cartório, a medida prevê que o caso seja levado imediatamente para análise do juiz corregedor do respectivo Tribunal de Justiça. A medida passará a valer a partir da sua publicação no Diário de Justiça, ainda sem data para acontecer, mas que pode ser nos próximos dias. A decisão, no entanto, poderá ser questionada no Supremo.

"O conselho está aqui removendo obstáculos administrativos de uma decisão do Supremo que é vinculante [válida para as demais esferas do Judiciário]", afirmou o presidente do STF e do CNJ, ministro Joaquim Barbosa, autor da resolução.

O magistrado argumentou que a medida é necessária para garantir o cumprimento do princípio de igualdade entre os sexos. "Essa questão em torno da igualdade foi o cerne da decisão do Supremo", disse. Segundo ele, cartórios em alguns Estados têm se recusado a fazer a conversão.

A aprovação da resolução do CNJ foi aprovada por maioria (14 votos a 1). A conselheira Maria Cristina Peduzzi foi a única que votou contra alegando que caberia ao Legislativo regular a medida. Para Barbosa, seria um "contrassenso" que um projeto de lei regulasse uma decisão já tomada pelo STF.

O subprocurador-geral da República Francisco Sanseverino, embora não vote, também se posicionou contrário à proposta justificando que a decisão do STF era favorável à união estável e não ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.

O conselheiro Gilberto Martins observou também que, apesar de o Supremo ter aprovado por unanimidade a celebração de união homoafetiva no STF, três ministros (Ricardo Lewandowski, Cezar Peluso e Gilmar Mendes) se posicionaram contrários à aprovação do casamento civil, dizendo que as ações sob análise diziam respeito à união estável.

 Visão “mais aberta”
O ministro do STF, Marco Aurélio de Mello defendeu nesta terça-feira (14) que a sociedade tem de ter uma "visão mais aberta" sobre o casamento gay. "Estamos muito acostumados com o casamento sob o ângulo da religião e considerando os gêneros homem e mulher. Temos de ter uma visão mais aberta", disse. "Reconhece-se, por exemplo, da convivência a dois o efeito patrimonial quanto a divisão dos bens. Por que não se ter isso no papel?"

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